Os efeitos da entrada do Brasil na OCDE, o ‘clube dos países ricos’

O governo Donald Trump anunciou que vai priorizar o pleito brasileiro de ingresso na OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), depois de o Brasil fazer uma série de concessões importantes aos Estados Unidos ao longo de 2019.

“Os EUA querem que o Brasil se torne o próximo país a iniciar o processo de adesão à OCDE. O governo brasileiro está trabalhando para alinhar as suas políticas econômicas aos padrões da OCDE enquanto prioriza a adesão à organização para reforçar as suas reformas políticas”, destacou, em nota, o Departamento de Estado dos EUA.

O Brasil é um dos seis candidatos a iniciar o processo de entrada nesse organismo internacional, mas os EUA vinham defendendo que Argentina e Romênia entrassem primeiro.

Mas quais são, concretamente, as vantagens de entrar no chamado “clube de países ricos”?

E o que o Brasil pode perder se acabar, de fato, ingressando na OCDE?

Em entrevista à BBC News Brasil, o embaixador Carlos Márcio Cozendey, representante do Brasil na OCDE, destaca que o país “coopera com a OCDE desde os anos 1990. A OCDE tem 253 instrumentos jurídicos, que são recomendações e decisões, e o Brasil já aderiu a 80 desses instrumentos, o que é 30% deles”.

Já para economistas, o ingresso do país na organização funcionaria como uma espécie de “selo de qualidade” na economia, o que potencialmente pode atrair investimentos e melhorar a nota do Brasil em consultorias de risco que avaliam o quão seguro é transferir dinheiro para os países avaliados.

Leia a íntegra da matéria da BBC News Brasil

Os efeitos da entrada do Brasil na OCDE, o ‘clube dos países ricos’

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