Existem efeitos econômicos com a alteração do entendimento prisão da segunda instância e com a mudança do Coaf para o Bacen?

A discussão sobre a prisão em segunda instância, a mudança do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para o Banco Central, os arranjos de UIF (Unidade de Inteligência Financeira) pelo mundo e como as flutuações de entendimentos jurídicos impactam na economia serão abordados no 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros. Os assuntos farão parte da mesa redonda GAFI/OCDE: impactos econômicos, que está prevista na grade de programação para terça-feira, 24 de março, às 14h.

“O 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros promove a troca de conhecimentos e fornece instrumental técnico-científico para medir os custos diretos e indiretos da corrupção na economia”, assegura o perito criminal federal Otávio A. Allemand Borges, mediador da mesa redonda. “Ademais, se espera que a perícia criminal seja reconhecida como braço de apoio nas decisões judiciais, incluindo as de confisco alargado de bens, e que apoie cada vez mais o Congresso Nacional na busca por boas proposições legislativas na área de repressão, prevenção e boas práticas”, conclui.

Existem efeitos econômicos com a alteração do entendimento prisão da segunda instância e com a mudança do Coaf para o Bacen?

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